Segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Santander

Santander desrespeita trabalhadores não só no Brasil


27/06/2017
Bancários na Frente, edição 37

É rotineiro ver na imprensa sindical de todo país, principalmente no jornal do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, notícias denunciando os abusos do Santander contra os empregados.

No entanto, o que muitos não sabem é que a irresponsabilidade desse banco espanhol não se restringe apenas ao Brasil. Em matéria divulgada recentemente no site da Contraf, é possível ver como o banco atua de maneira perversa em diversos outros países.

Na Espanha, por exemplo, sete ex-diretores de alto escalão do banco são investigados por lavagem de dinheiro, tendo sido ouvidos pela Justiça no último dia 12.

Em Porto Rico, Carlos Garcia, ex-diretor do banco, foi um dos principais arquitetos de um modelo de capitalização de juros da dívida pública, do qual o banco espanhol é um dos principais beneficiários, que levou a ilha a uma situação extrema de desigualdade social, desemprego e pobreza. Ainda segundo a matéria, além de Carlos Garcia, dois ex-diretores do Santander  fazem parte de uma ?junta? composta por sete membros que impõe uma política de corte de gastos públicos que agrava ainda mais a situação de Porto Rico, inclusive com fechamento de escolas e hospitais. Tudo isso para pagar juros de uma dívida da qual um dos principais credores é o Santander.

Nos EUA, o Santander impede que seus trabalhadores se organizem em sindicatos.

Já no Brasil, o banco espanhol, assim como os outros bancos, vive fechando postos de trabalho e, ao mesmo tempo, respondendo à Justiça por reclamações referentes a descumprimento de jornada, a desvios de função e a assédio moral por cumprimento de metas.

Vergonha!



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